TEXTOS ÚTEIS


Imagens de animais circulando na internet
Por: Laura Kim Barbosa 
Xuxa e seu cãozinho

Hoje em dia é comum imagens de animais mutilados circulando na internet. Porém, essas fotos chocantes perpetuam o sofrimento dos pobres bichinhos, ao mesmo tempo em que se dessenssibiliza as pessoas. Muitos pensam "ah, se é assim, então não podemos fazer nada", ou "ai, nem quero ver!", e daí por diante. O que ocorre com frequência é causar repúdio ou tornar-se lugar-comum.


Sean Connery, eterno 007
Tudo tem seu tempo e lugar, claro, mas ficar divulgando aos quatro ventos por email, Facebook, Twitter etc, essas imagens chocantes, que na maioria das vezes são repassadas sem se checar com fidelidade sua origem, a meu ver, não edifica o movimento animal. Colocando-me no lugar de um animal que sofreu uma brutalidade, eu não gostaria que minha imagem continuasse a ser divulgada. Gostaria, sim, de plantar sementes para que o futuro próximo seja diferente. Como? Simples: mudando atitudes.

Um dos grandes passos para a mudança no mundo reside nas pessoas que votamos nas eleições. Sei, muita gente vai criticar: "político não presta", "político é tudo igual", etc. Mas não acho que seja assim, não acredito que político seja tudo igual, há uma enorme diferença entre um país livre e ditadura, por exemplo. O Brasil é um país abençoado e aqui mesmo temos oportunidades para começar um movimento grandioso de respeito aos animais, e difundir essa consciência a nossos irmãos vizinhos.
John Lennon

Outro importantíssimo passo para a mudança consiste no foco onde se quer chegar. A nossa luta é pelo respeito aos animais? Então vamos continuar mirando no alvo: propagando o estilo de vida que os exclui da dieta alimentar, prestigiando indústrias que não os utilizam para testes ou como matéria-prima, não consumindo roupas ou móveis feitos de pedaços de animais, enfim, agindo para respeitar os animais. Não adianta ficar esperando pelos outros, temos de fazer isso agora, agir "diferente". A união faz a força.


Giselle Bundchen
Gastar energia focando naquilo que não queremos, ou propagando imagens que nem sabemos ao certo a fonte, em que condições foram tiradas, só vai gerar mais energia negativa, continuar circulando raiva, desesperança, sentimentos de vingança. Isso não traz poder. O que traz poder é uma união de esforços conjuntos: divulgue fotos de animais sendo bem tratados, fotos de donos que se importam com seus bichinhos, políticos, personalidades e artistas em prol dos animais. Assim, pessoas que maltratam animais vão sentir-se desencorajadas a praticar o mal, ao perceberem que há tantas pessoas que se importam com eles. Faz sentido?

Lógico que não devemos fechar os olhos para o sofrimento animal, não é essa a questão. Ao termos notícia de algo nesse sentido, é nossa obrigação agir prontamente, caso possamos ajudar. Mas nem sempre isso é possível... Então, em vez de ficarmos revoltados, deprimidos ou começar a circular na net imagens chocantes (dá a sensação de estar fazendo algo, tipo um ativismo on line), vamos nos esforçar para tirar da mente emoções tristes e negativas, e encher com esperança e amor pelos animais.
Presidente Obama

Dê seu exemplo tomando atitudes em respeito a quem não pode se defender, àqueles que esperam por nossas ações. Não comer mais animais e seus derivados já é um grande começo. Adotar animais abandonados ou vítimas de maus-tratos é outro ato nobre, lembrando que você nem precisa ter espaço na sua casa para adotar alguém, é possível "apadrinhar" um bichinho, e ter muito retorno em forma de amor e energias positivas. Visite: http://www.veganismo.org.br/p/sites-veganos.html, na seção "Abrigos".




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Convivência com animais de estimação estimula desenvolvimento da criança
Cachorros podem participar da recepção do bebê - Por Renata Demôro - Gnt Globo.com
 
Cachorros e gatos podem fazer muito bem à saúde de bebês e crianças. Além de estimular a afetividade e o sistema locomotor, pesquisas mostram que o convívio não causa alergias – e poderia até diminuir a incidência do problema. De acordo com estudo recente, publicado na revista “Clinical & Experimental Allergy”, crianças que convivem com estes animais desde o primeiro ano de vida tendem a ter menos sensibilidade a seus alérgenos. A pesquisa acompanhou a rotina de 565 participantes do nascimento à vida adulta. De acordo com Renata Leivas, veterinária do Projeto Pêlo Próximo, “outros estudos mostram que a convivência diária com animais constrói crianças mais calmas e que fazem amizades com maior facilidade. Já aquelas que não gostam de animais ou os maltratam apresentam mais chance de desenvolver problemas emocionais ou distúrbios de comportamento”. 

Crianças devem receber tarefas relacionadas aos animais
Autora do livro “Mãe e Bebê: Uma Relação Pré-Natal”, a psicóloga 
Cristina Feijó explica que “os pais precisam designar tarefas aos filhos, relacionadas aos mascotes.  A criança pode ficar responsável por trocar a água ou a ração e lembrar a mãe de passear com o pet. Essa atitude estimula o sentimento de doação e o vínculo afetivo com o animal, além de oferecer noções importantes sobre a necessidade de seguir regras”, explica a psicóloga.  


Animais de estimação devem participar da recepção do bebê 
Renata Leivas diz que é preciso preparar os pets que já vivem na casa para a chegada do novo morador – nesse caso, o bebê. “O animal precisa ser socializado antes da chegada da criança. ”É possível colocar sons de choros de bebê pela casa, que são facilmente baixados da internet. Para donos que dormem com cães e gatos na cama, aconselho retirar esse hábito gradativamente, bem antes do nascimento”, dá a dica. Ela também orienta que os pets cheirem roupinhas, carrinho, brinquedos e tudo que envolva o universo do bebê. Cães podem ser incluídos na volta da maternidade, “o cachorro pode ir até o lado de fora da porta e acompanhar a chegada do bebê. Essa atitude faz muita diferença para condicionar o animal, já que ele não verá a criança como um invasor e, sim, um novo membro da família. Já os gatos não devem sair de casa. 

Para eles o ideal é cheirar o bebê assim que chegar", diz Renata.   

Crianças precisam respeitar limites dos animais
Segundo Cristina Feijó, “cabe aos pais explicar para os filhos que os pets não são brinquedos. Para evitar brincadeiras bruscas, que podem render arranhões ou mordidas, o ideal é mostrar que eles também têm hora para comer, dormir e se divertir, assim como nós. Impor limites e acompanhar as atividades das crianças com os mascotes são boas maneiras de promover essa convivência tão saudável e benéfica para a saúde das crianças”. 



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Veganos: um basta ao consumo animal  
Por Paula Mestrinel - Jornal de Jundiaí

Na mesa do café da manhã do administrador de empresas Vladimir Ferreira, 32 anos, geralmente estão pão integral com melado de cana ou tomate seco com patê de tofu, suco ou chá. No almoço, arroz integral e feijão, tofu grelhado, batata frita, refogado de legumes com PVT (proteína de soja granulada) e polenta ao sugo. "De verdura eu só como espinafre de vez em quando e gosto muito de couve de bruxelas. Também como quase todo dia macarrão ou lasanha ao sugo, com PVT e brócolis, e de sobremesa, à noite, duas ou três frutas", acrescenta Vladimir, que faz parte do grupo dos veganos há 10 anos. 

Diferente do vegetariano, que só consome produtos de origem vegetal, o vegano é aquele que não come carne e nenhum produto de origem animal, como peixes, mariscos, ovos, leite e laticínios. A indústria do vestuário (peles, couro e camurça) também é excluída da vida do vegano, conforme explica Vladimir. "Os veganos boicotam, ainda, a exploração de animais em experiências de laboratórios, nas aulas de vivissecção e no entretenimento humano em circos, zoológicos e rodeios", completa ele, que também é estudante de alquimia e de medicina natural. 

Antes de se tornar vegano, Vladimir era vegetariano convicto. "Cresci com a ideia de que podia viver bem sem comer carne e, assim, não patrocinava o sofrimento dos animais nos abatedouros. Eu sempre ouvia falar dos veganos, mas não entendia o porquê deste extremismo. Achava meio absurdo. Quando a internet se popularizou e tive mais acesso à informação descobri que a exploração dos animais vai muito além da carne", comenta. O administrador relata que demorou um pouco para se adaptar ao veganismo, mas conseguiu. "Foi aí que surgiu aquela vontade de fazer algo pelos animais e achei que divulgar a informação era o melhor caminho. Então criamos um site (www.veganos.org), com informações básicas, no qual vendemos camisetas, na esperança de divulgar o veganismo no Brasil." 

Vladimir ainda acrescenta que há vários grupos veganos no País, alguns ligados a ONGs, outros atrelados a escolas religiosas e outros ligados à ALF (Animal Liberation Front). "Na cidade de São Paulo, somos um grupo pequeno e independente, com cerca de 15 pessoas. Nosso trabalho se dá principalmente com a venda de camisetas e fazemos, eventualmente, palestras em escolas e centros comunitários sobre o veganismo", ressalta. Segundo ele, os grupos convergem para um mesmo objetivo: o de abolir a exploração dos animais - sejam os de consumo, sejam os utilizados em pesquisas ou em entretenimento.  


Sofrimento animal - Para Vladimir, o veganismo é uma postura ética pessoal, baseada na não-exploração de todos aqueles que são capazes de sofrer e ter emoções. "Em geral, todos pedimos e lutamos por justiça e agimos com a filosofia de respeitar o próximo. No entanto, se pensamos um pouco no que fazemos aos animais, podemos concluir que tudo o que não desejamos para nós, praticamos contra eles: aprisionamento, tortura, exploração e extermínio cruel", analisa. "Se não fazemos isso diretamente, pagamos para alguém fazê-lo, quando vamos ao mercado ou ao açougue e compramos carne. Os veganos descobriram uma coisa óbvia: somos nós, consumidores dos produtos de origem animal, que patrocinamos todo o sofrimento dos animais nos matadouros e fazendas de criação pelo mundo", destaca Vladimir. 

Para ele, há condições de ter uma vida saudável no Brasil, sem que seja preciso o consumo animal. "Não acho justo um animal morrer em desespero pra nos alimentar", justifica. No próximo dia 1º de novembro será comemorado o Dia Mundial do Vegano. Em São Paulo ocorrerão passeatas, exibição de vídeos sobre o veganismo na Avenida Paulista, oficina de capacitação de voluntários e festival de cinema em Curitiba, cujo tema é "Libertação dos Animais".


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Questão de Coerência e ética
Por Deolinda Eleutério*

Eventos organizados para salvar cães e gatos não podem oferecer alimentos derivados da exploração e uso de outras espécies de animais. Em eventos em prol de animais a alimentação precisa ser vegetariana estrita, pois é incoerente pedir ajuda para salvar umas espécies enquanto se oferece cadáveres bem temperados e "produtos" derivados de outras espécies de animais que são usados e sacrificados para servirem de alimento. Isto depõe contra a seriedade do movimento de defesa dos animais. 

A coerência sobre os atos de protetores e defensores dos animais é cobrada pela sociedade e pela mídia constantemente. As pessoas onívoras que comparecem a um evento para ajudar cães ou gatos resgatados de maus tratos devem ter a oportunidade de experimentar uma refeição que não seja derivada da cruel exploração que sofrem os animais considerados "de consumo". Isto é difícil? Não. Na mesma ferramenta usada para divulgar "eventos em prol de cães e gatos", encontram-se centenas de receitas veganas. É só clicar. Há uma revista (dos Vegetarianos) nas bancas com receitas de alimentação vegana temática. Há vários chefs de couisine veganos que prestam esse serviço. 


São problemas diferentes que envolvem as várias espécies de animais, e é preciso escolher em que segmento cada protetor acha que pode atuar, mas não pode deixar de estender o círculo da compaixão a todos os animais. Cães e gatos sofrem com abandono e maus tratos. São vítimas da falta de políticas públicas para o controle populacional. São vítimas do comércio ilegal e desenfreado e das pessoas que os consomem como animais de companhia e estimação. Bois, vacas, frangos, galinhas, porcos, peixes etc, são considerados - depois de torturados e mortos - alimento para a espécie humana. Estes não se encontram abandonados pelas ruas mas também é preciso resgatá-los do paradigma de que são animais cujas VIDAS nada valem a não ser para extração de suas carnes, leite e ovos. 

Então, por questão de coerência e ética, em eventos em prol de animais a alimentação deve ser vegetariana estrita - sem carnes ou outros produtos que tenham origem na exploração, sofrimento e morte de animais. Ser vegetariano estrito e vegano é difícil? Não para quem já viu cenas de abatedouros, galpões de criação e pocilgas e, se não viu, pode imaginá-las. Mas, se ainda assim o círculo da compaixão tiver dificuldade para se formar, basta imaginar cães e gatos sendo criados e abatidos para o consumo de suas carnes. 

Para ser vegano é preciso mudar hábitos e isto pode ser difícil numa sociedade especista que baseia a produção de alimentos na exploração dos animais. Há que ter atenção constante, conhecimento, informação e disciplina. Veganismo é um caminho que cada pessoa - que se compadece do sofrimento de todos os animais - deve trilhar a seu tempo buscando conhecimento sobre alimentação e outros produtos de uso que não derivem do sofrimento e da exploração de animais.

*Deolinda Eleutério é Ativista pelos Direitos Animais, Terapeuta Holística (faz atendimentos para animais desde 2001) e organiza o site informativo www.gatoVerde.com.br em defesa dos Direitos Animais desde 2004.

“Os animais existem por seus próprios propósitos e interesses e não para o uso e exploração que os humanos fazem deles.”


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Sobre entrar na casa alheia, para resgatar animais
Pelo Promotor de Justiça Laerte Levai - Anda.jor.br
 
Muitas pessoas já sentiram tristeza e indignação quando ouviram o cão do vizinho uivando ou latindo, ou o miado do gato abandonado, expressando solidão, fome, angústia, dor e desespero pelas crueldades sofridas.  No último final de ano, um gato preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento no 15º andar do Edifício Paquita, em Higienópolis, região central da capital paulista, sem água e sem comida, chamou a atenção da mídia e ganhou destaque nos principais jornais e grandes portais de Internet. A foto do gato foi publicada, pela primeira vez, no início da tarde do dia 1° de janeiro, pelo estadao.com.br. Foram feitos pedidos de socorro ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar, sem êxito. O síndico do prédio, sabendo que os responsáveis pelo gato abandonado viajaram para o Rio de Janeiro, sentiu-se na obrigação de invadir o asilo inviolável para prestar socorro ao animal. As pessoas que se preocupam com o bem-estar dos animais sentiram-se vitoriosas.  


A Constituição Brasileira declara, no seu artigo 5º, XI, que “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”. Deixar um animal sem água e sem comida, preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento, durante vários dias, é submetê-lo à crueldade, é condená-lo à morte, é crime. 

De que maneira poderá o Poder Público, em obediência à Constituição, proteger este animal ou vedar a submissão dele à crueldade ou à morte sem socorrê-lo? É dever do Poder Público, fazendo uso de uma das exceções constitucionais ao princípio da inviolabilidade do domicílio, prestar socorro imediato ao animal. Devemos lembrar, ainda, que o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma “não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser”.
 

Algumas cuidados  devem ser tomadas para que não venha a ser configurada a violação de domicílio:
-   Chamar duas testemunhas, abra a porta da casa com um chaveiro e, depois da prestação do socorro, feche-a.
-   No próprio local, deixe uma carta descrevendo as condições em que se encontrava o animal, assine e colha as demais assinaturas.
-   Comunique o ocorrido na circunscrição policial e leve o animal para ser atendido e examinado numa clínica veterinária. 

“Manter-se inerte diante de um ato de maus-tratos é conduta moralmente censurável, que só faz crescer a audácia do malfeitor”.


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5 comentários:

Anônimo disse...

Uma dúvida. No meio natural, sem a inreferência do homem, tal como na pré-história, a maioria dos animais e mesmo alguns vegetais são carnívoros, sempre houve predador e presa.
A cadeia alimentar não foi inventada pela ciência, foi apenas estudada e classificada; e há quem não abra mão de, por uso de sua capacidade racional, se manter no topo dessa qualificação.
Está errado ?

Anônimo disse...

Como alimentar quase 8 bilhões de pessoas?
Ao invés de pregar pureza e superioridade, me deem ideias, soluções...

Laura Vegan disse...

Olá Anônimo. Sim, estudos científicos mostram que a maioria dos animais é vegetariana, como bois, porcos, cavalos, elefantes, roedores, etc. Questão de números.

Mesmo assim, veganos não olham para esse fato, pois imitar animais seria caso de copular com parentes de 1º grau. Ou matar filhotes sem chance de sobrevivência.

Com capacidade racional, qualquer pessoa pode se abster da exploração animal, é questão de escolha, ainda mais nessa virada do milênio, onde a humanidade caminha sensivelmente para a evolução. Em nenhuma outra era notou-se tantas mudanças de hábitos como agora.

Em tempo: o ser humano não é o topo da cadeia alimentar, assim como um dia acreditou-se a Terra ser centro do Universo.

Laura Vegan disse...

Olá Anônimo.

O fato de se destinar comida (grãos, vegetais, frutas) para animais de criação, por si só, deixa inúmeras pessoas na fome, bem como encarece o preço dos alimentos.

A área (pastagem) destinada para animais de criação também é outro obstáculo para levar comida natural para as populações.

Quando cortarmos essa fase e pegarmos o atalho, e a comida (grãos, vegetais, frutas) puder ser levada diretamente para o ser humano, poderemos dizer que não haverá mais fome no planeta Terra. Pode ter certeza, todos sairão ganhando.

Luca disse...

Estas errado sim Anonimo. Não somos o topo da cadeia alimentar. Não somos carnivoros, o humano pode ser carnicista mas não é carnivoro. Se fossemos correriamos atras da caça sem armas, e o atacariamos, segurando com as mãos e o matando a dentadas, começariamos comendo suas tripas, sem temperinho pra aliviar o sabor. ;) Mas ao invés disso alimentamos uma industria cruel para todos os irmãos planetarios, sejam eles humanos ou não humanos.

Não pregamos pureza ou superioridade, talvez tu sinta isso por no fundo ter consciencia da crueldade que tu financia. E a solução, definitivamente é parar de alimentar esse sistema barbaro, não consumir nada de origem animal, seja em seu prato, roupas, sapatos... Seria um ótimo começo.